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GAMERS PARADISE

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Análise: Onimusha 3 - Demon Siege

hogwart, 30.05.04

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Onimusha 3 – Demon Siege


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Introdução


 


A saga Onimusha está de volta e em grande estilo. Este que é o terceiro episódio de um dos mais importantes franchises da histórica companhia Japonesa Capcom, trazia consigo algumas novidades que no início levantaram alguma polémica mas que na minha opinião funcionaram na perfeição, dando a Onimusha o novo fôlego que os fãs tanto pediam.


 


Depois de dois episódios com bastante sucesso junto do público era preciso inovar e criar novos pontos de interesse na narrativa, de forma a não saturar a série com mais do mesmo. Para tal a Capcom decidiu misturar o ambiente do Japão feudal com o ambiente da Europa da actualidade, dando-nos o controlo de Hidemitsu Samanosuke Akechi, o samurai que derrotou Nobunaga no primeiro episódio do jogo e Jaques (Jean Reno) um membro da polícia Francesa.


 


Iremos ainda controlar uma terceira personagem mas não revelo quem é, pois alguns poderiam considera-lo spoiler, embora até não seja assim tanto.


 


Em termos de personagens principais é também de realçar os papeis de Ako, uma espécie de fada que seguirá os heróis e que terá um papel fundamental dentro da acção do jogo, digamos que é tipo a Navi de Ocarina of Time só que com um papel muito mais importante e interveniente. De realçar também o papel de Michelle, namorada e futura esposa de Jaques, e de Henri, filho de Jaques. Isto do lado dos “bons”, do lado dos “maus”, sem revelar muitos pormenores, iremos contar com a presença de Guildenstern, um cientista Genma, Ranmaru Mori, Vega Donna e claro o próprio Nobunaga.


 


História


 


Tentando não spoilar muito, a história de Demon Siege anda à volta das viagens no tempo.


 


Logo no início da narrativa Samanosuke é teleportado para a Paris de 2004 e Jaques para o Japão de 1504. O nosso objectivo é teleportar os dois heróis para o seu respectivo tempo e destruir a máquina do tempo para evitar males maiores.


 


Acção


 


O jogo é altamente cativante e viciante agarrando o jogador desde o início sem nunca mais o largar, assim que se mergulha dentro da história do jogo não se consegue parar de o jogar.


 


Como já referi iremos controlar Samanosuke e Jaques. Cada um deles tem as suas características próprias sendo que algumas missões só um deles as poderá realizar. Cada personagem possuirá três armas diferentes tendo cada uma delas três níveis distintos, armas essas que irão sendo evoluídas conforme o jogador desejar tendo para isso que gastar as souls que for apanhando. Para além das armas terão também a tradicional Gauntlet e a Armadura, que também possuirão três níveis de evolução, sendo mais uma vez necessário gastar souls para as evoluir.


 


Quando encontramos um save point podemos optar por três opções, guardar o jogo (Dahhhhh !!!), evoluir as nossas armas, gauntlet e armadura ou entrar no modo treino para evoluirmos os nossos ataques especiais e ganhar itens. Numa fase um pouco mais adiantada do jogo os dois heróis encontrar-se-ão no mesmo local só que separados por 500 anos. Nessa altura junto aos save points iremos ter também à nossa disposição umas mini máquinas do tempo que permitirão alternar entre personagens e enviar itens de uma personagem para a outra, algo só possível graças a Ako.


 


De referir também que cada arma emite um tipo diferente de magia e isso poderá ser importante para abrir algumas portas.


 


O jogo está recheado de puzzles, uns mais difíceis que outros, mas alguns estão simplesmente geniais ao ponto de conseguirem roubar-me algumas horas e queimar-me bastantes neurónios.


 


Visual


 


Em termos gráficos o jogo está quase perfeito e está ao nível do melhor que já se viu na máquina da Sony.


 


Começa logo pelo apoteótico CG de abertura que muitos de vocês já terão visto e concordarão comigo se disser que está simplesmente soberbo.


 


Em termos do resultado visual ingame o nível mantém-se com uma fluidez notável, mesmo quando temos resmas de inimigos no ecrã.


 


Só para terem uma ideia, no Azuchi Castle, um dos níveis finais, algumas partes fizeram-me lembrar Ninja Gaiden, o que prova inequivocamente a qualidade gráfica do jogo.


 


Jogabilidade


 


Simples, intuitiva, funcional. Estes poderão ser os adjectivos mais apropriados para classificar a jogabilidade de Onimusha 3.


 


Uma das principais alterações é que neste terceiro episódio podemos optar por controlar as personagens com as teclas direccionais ou com o analógico esquerdo.


 


De resto tudo normal, o triangulo para ataques especiais ou ataques de magia, o circulo para absorver as almas, o xis para examinar e o quadrado para atacar. Todas as outras teclas têm também funções específicas atribuídas.


 


Durabilidade


 


Pessoalmente terminei o jogo em 10 horas mas é possível demorar muito mais dependendo do nível do jogador e também da forma como nos desenrascarmos de alguns puzzles que constituirão verdadeiros quebra-cabeças. Embora não seja muito longo o valor de replay é bastante, desbloqueando-se algumas coisinhas interessantes após terminar o jogo.


 


Conclusão


 


Onimusha 3 é tudo aquilo que os fãs queriam, um slash & dash puro e duro, com muita acção, história e investigação.


 


O misturar o tempo dos samurais e das suas espadas com o tempo actual resultou muitíssimo bem e só dá para ficarmos em pulgas para sabermos os primeiros pormenores de Onimusha 4.


 


Nota Final


 


9/10

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