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GAMERS PARADISE

GAMERS PARADISE

Análise - Obscure

hogwart, 18.12.04

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Obscure

Obscure é mais um survival horror que, apesar de não ser nenhum Silent Hill, introduz novos conceitos num género que há muito tempo não era inovado.


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A acção do jogo remete-nos para uma universidade nos E.U.A. que serve de palco a estranhos desaparecimentos. O seu desenrolar começa quando um dos amigos das nossas personagens desaparece sem deixar rasto. Preocupados com a sua sorte, os 4 amigos decidem apurar toda a verdade, partindo, assim, para uma aventura repleta de mistério e horror.



 

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Uma das características que confere alguma inovação ao título é o facto de termos à nossa disposição várias personagens, cada qual possuidora de atributos próprios e essenciais para o desenrolar do jogo.


 


Logo no início da aventura podemos contar com três personagens e à medida que avançamos na história irão aparecendo mais, sendo que, no final teremos ao todo cinco diferentes, isto se nenhuma delas tiver um final trágico. De qualquer forma, mesmo que tal aconteça é perfeitamente possível continuar a aventura, uma vez que nenhuma das personagens é 100% crucial para chegarmos ao fim do jogo.



 

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Ainda quanto às personagens, estas só poderão ser controladas individualmente, bastando para tal que escolhamos a mais adequada a cada situação. É ainda possível fazermo-nos acompanhar por duas personagens, ficando as restantes num local designado de “ponto de encontro” que podemos aceder sempre que quisermos. 


 


Os nossos principais adversários, para além dos vários puzzles presentes na história e que lhe dá um certo toque de aventura gráfica, são os horrendos monstros. Estes, como qualquer inimigo que se preze, possuem todavia um ponto fraco: não suportam a luz, sendo avessos ao mais pequeno fio de luminosidade. Temos, deste modo, a possibilidade de os derrotar recorrendo a formas tão simples como uma lanterna ou a mais radicais como partir janelas.



 

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Apesar de possuir um enredo cativante e compacto, em muito se afasta dos enredos dos clássicos já consagrados Silent Hill ou Resident Evil. Pelo argumento leva um singelo 8/10, principalmente por provocar uma certa nostalgia ao fazer lembrar filmes como “Scream” e “Sei o que Fizeste o Verão Passado”.



 


Em termos gráficos, possui uma qualidade acima da média e com efeitos em termos de luz muito bem conseguidos. Porém, não é  nenhuma obra-prima e poderia tirar ainda mais partido das capacidades da PS2, por este motivo não leva mais do que um 8/10.



 

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Quanto ao som, estamos perante o que deve ser uma banda sonora para jogos de survival horror, com músicas perfeitamente adequadas a cada situação capazes de fazer vibrar as colunas e sons muito pormenorizados capazes de fazer suster a respiração. Aqui fica um 9/10.


 


Por último, o sistema de controlo do jogo não traz nenhuma novidade ao já por nós conhecido. Merece tão-somente um 7/10.



 

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Conclusão


 


Apesar de não se destacar de forma absoluta de entre os jogos do mesmo estilo, Obscure prima pela sua originalidade em certos pontos e por vir avivar um tema há muito considerado paralisado, sendo assim recomendado principalmente aos fãs do género.    


 


Nota Final: 8/10


Analisado porAtrakinas