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GAMERS PARADISE

GAMERS PARADISE

Sony vai passar a distribuir directamente a PlayStation

hogwart, 01.04.04
A Sony Computer Entertainment anunciou recentemente que irá passar a distribuir tanto as consolas como jogos PlayStation no nosso país. Assim, a empresa irá estar directamente representada em Portugal, embora mantenha uma dependência formar relativamente a Espanha.

Lembro que a marca "PlayStation" era, desde 1996, distribuida pela Lusomundo, que não terá agora qualquer participação na nova empresa criada. Esta estará fisicamente representada no edifício da Sony Portugal, substituindo a Lusomundo na representação da marca já hoje.

Eternal Mana - Novas Imagens

hogwart, 01.04.04
Com lançamento agendado para 27 de Maio no Japão, Eternal Mana surge em 18 novos screens. É impossível deixar de reparar no curioso grafismo utilizado no jogo, que traz de volta o glorioso 2D de outros tempos, muito bem aplicado nas consolas de nova geração. Contudo, as características peculiares do jogo não devem permitir a sua saida do Japão, pelo que o RPG para a PlayStation 2 irá, quase de certeza, ser um exclusivo dos jogadores nipónicos.

Resta-nos apreciar as novas imagens do jogo:

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Vendas Nintendo - Alemanha

hogwart, 01.04.04
A Nintendo anunciou recentemente as vendas das suas consolas em território alemão.
GameCube - 530.000
GameBoy Advance - 1.250.000
GameBoy Advance SP - 600.00

Excelente números para a Nintendo, que tem visto as suas vendas aumentarem (principalmente depois da baixa de preço da Nintendo GameCube), e que mostram que a GameCube, mesmo depois das dificuldades que está a passar, como os recentes cancelamentos de jogos, ainda vende bem. </p>

Bug de Splinter Cell solucionado

hogwart, 01.04.04
Como já aqui anunciado, o modo Optimatch do novo Splinter Cell continha um bug que fazia com que o jogo encravasse depois de se ficar alguns segundos no ecrã de resultados.

Hoje, a Microsoft e Ubisoft anunciaram que lançaram já um “auto-update” para o jogo, pelo que este bug se encontra já solucionado e que a versão Xbox do jogo se encontra a 99%, estando confirmado mais um “auto-update” nos próximos dias, para a resolução de alguns problemas que ainda persistem no jogo.

Paper Mario 2

hogwart, 01.04.04
Na última edição da Famitsu (conceituada revista japonesa), foi confirmado o desenvolvimento do Paper Mario 2 para a GameCube, acabando assim com os vários rumores que tinham surgido recentemente sobre o seu desenvolvimento. O jogo é uma sequela do original lançado para a Nintendo 64, que ficou conhecido pelo seu motor gráfico, que simulava personagens de papel.

Por enquanto, as informações sobre o jogo são ainda escassas. No entanto, sabe-se que o jogo vai estar a cargo da Intelligent Systems, que conta já no seu historial com jogos como Metroid Fusion, Advance Wars, além do Paper Mario original.

Convém no entanto frisar que é hábito no dia 1 de Abril surgiram várias notícias falsas por toda a Internet, algumas mais credíveis que outras, pelo que esta pode ser mais uma brincadeira característica do dia. No entanto, estão já disponíveis imagens do novo Paper Mario (cortesia da ENE 3):

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Os scans da Famitsu: Scan 1 Scan 2

Metal Gear Solid 3 - Nova info

hogwart, 01.04.04

A Konami anunciou recentemente que o jogo pelo qual desesperam gamers em todo o mundo, Metal Gear Solid 3, aparecerá na E3 na forma de versão jogável. A apresentação do jogo deverá ser feita pelo próprio Hideo Kojima, que deverá mostrar finalmente o jogo em movimento, uma vez que até agora apenas têm sido mostrados videos de cenas cinemáticas, ao estilo daquilo a que Hideo Kojima já nos habituou.

No entanto, o jogo não deverá estar dísponivel nos vários expositores espalhados pela feira, pelo que, o acesso à demo do jogo, a acontecer, deverá ocorrer à porta fechada e a um grupo de pessoas extremamente restrito.

Contudo, as novas informações sobre o jogo não se ficam por aqui. Foi anunciado uma nova adição à jogabilidade que dá pelo nome de "Close Quarters Combat system". Como o nome indica, esta inovação na jogabilidade de MGS3 permite o combate corpo a corpo, ao estilo do que acontece em Splinter Cell, tendo o jogador a possibilidade de se livrar de um inimigo sem recorrer ao uso de armas, bastando para isso aproximar-se do inimigo por trás e aplicar um de uma série de golpes que vão ser adicionados à jogabilidade. Snake poderá também, por exemplo, recorrer ao uso de facas, para que o barulho seja mínimo. Tanto o ambiente como a postura de Snake irão influenciar o decorrer destas acções, pelo que podem contar com uma jogabilidade muito menos linear que nos títulos anteriores.

A Konami revelou ainda que está a ser utilizado um novo sistema de "motion capture", que envolve, por exemplo, trampolins, e que será utilizado para representar, entre outras coisas, os inimigos no ar depois de sofrerem a explosão resultante de uma granada. Em "motion capture" estão também a ser captados os novos movimentos referentes ao novo sistema de luta corpo a corpo referido anteriormente. Sem dúvida que isto ajudará para um aumento do realismo presente no jogo, e mostra que, por algum motivo, Kojima é um dos maiores mestres desta indústria.

Fiquem então com algumas imagens do "Motion Capture" de Metal Gear Solid 3, que demonstra também o trabalho necessário para um jogo ser desenvolvido com qualidade.

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.Hack // Infection - Primeiro Contacto

hogwart, 01.04.04
Como disse anteriormente, vou passar a publicar o meu primeiro contacto com os jogos que for comprando, assim como a opinião final depois de os acabar, para que possam ter um pouco a noção daquilo com que podem contar depois de adequirirem determinado jogo.

Desta vez, vou colocar as minhas primeiras impressões sobre o jogo .Hack // Infection, o primeiro jogo de quatro a serem lançados em território europeu, e que se baseiam numa série anime de excelente qualidade. Os quatro jogos já tiveram lançamento americano e japonês há algum tempo, mas só agora chega à Europa o primeiro.

Ficam então aqui as impressões iniciais, e peço desculpa se me alongar demais:

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Para começar, o jogo, e não querendo adiantar muito sobre o enredo, tem um conceito bastante original e que resulta muito bem. Basicamente, no jogo desempenhamos o mesmo papel que na realidade - a de jogadores. O jogo começa então com a inscrição num RPG online, "The World" que está a fazer bastante sucesso e já alcançou dos 20 milhões de users. Escolhemos assim um nome real e um nome de utilizador e somos levados para um ecrã que simula as opções reais de uma consola/pc. Temos assim as mensagens que nos enviaram (e-mails), a opção para gravar o jogo, algumas opções de configuração, a de notícias (como as vendas que o jogo está a ter, a de erros encontrados, etc) e opção de nos conectarmos ao jogo.

Quando seleccionada esta opção, temos então a oportunidade de entrarmos no mundo de jogo e a de entrarmos num fórum (board). A opção de entrarmos no fórum é de extrema importância, uma vez que este, no principio do jogo, serve como uma espécie de tutorial sobre o jogo. Achei esta opção extremamente bem conseguida, uma vez que esta aparece sobre a forma de um fórum com a visualização ramificada das mensagens, tendo estas autores específicos e linguagem utilizada vulgarmente na internet, como abreviaturas, etc. Assim, existe um utilizador X que colocou alguma dúvida, como por exemplo morrer numa determinada dungeon por determinado motivo, e depois temos a resposta do user Y sobre esse problema, que nos irá obviamente ajudar as várias características do jogo. Obviamente o fórum irá-se alterar consoante o decorrer do jogo, e convém consultá-lo regularmente, uma vez que nos são dadas dicas importantes para o decorrer do jogo. Esporadicamente, o nosso jogador irá também colocar dúvidas no fórum, embora estas sejam colocadas em alturas específicas do jogo e automaticamente.

A outra opção é, obviamente, a de nos conectarmos a um servidor e entrarmos no jogo em si. Existem vários servidores disponiveis para entrarmos no jogo, e a sua escolha irá alterar também as características do jogo em si, assim como os locais disponiveis. Depois de nos ligarmos ao jogo, somos enviados para um local para o qual iremos sempre que nos conectarmos. Este é um género de vila virtual, em que existem essencialmente lojas de itens, armas, etc; além da opção de gravarmos o nosso jogos. A partir daqui começa então a simulação do rpg online. Existem assim várias personagens que se movimentam de modo autónomo, e que conversam entre si através de balões de texto, como acontece nos rpgs online. Podemos conversar com estas personagens, e inclusivé trocar itens com elas, embora esta troca só aconteça quando aprovada pela personagem com quem a iremos realizar. Ou seja, seleccionamos determinado item nosso, escolhemos um item que a outra personagem tenha e que nos interesse, e, caso esta aprove, dá-se a troca de itens.

No começo do jogo, encontramo-nos com uma personagem que representa um amigo nosso na realidade. Esta dá-nos então as indicações básicas sobre o funcionamento do jogo, e esta primeira fase serve então como um género de nível de treino. Somo então levados para um campo (field), onde iremos ter a nossa primeira "missão" (chamemos assim).

Antes de falar sobre estas deslocações aos fields, convém referir como este transporte é feito. Na vila inicial, encontra-se uma estrutura, que, quando seleccionada, permite a nossa deslocação para diversos locais dentro do "The World". Estes locais são feitos através da combinação de três palavras chave, que, consoante a sua ordem, nos irão transportar para um local específico. Cada palavra alterará caracteristicas desse local; sendo a dificuldade maior ou menor consoante as palavras inseridas. Ao longo do jogo, iremos descobrindo novas palavras para combinarmos, assim como iremos descobrindo novas localizações que nos são dadas no fórum.

Passando aos fields; neste existe uma localização especial onde se encontra a dungeon. Nesta iremos percorrer vários corredores até chegarmos à sala principal onde se encontra uma estátua e um baú que contém itens raros. Obviamente ao longo da dungeon iremos encontrar inimigos para combater, mas do sistema de combate falarei mais à frente. Um defeito relativamente às dungeons é a sua repetitividade, ou seja, durante uma hora somos confrontados com salas praticamente idênticas, em que apenas mudam os inimigos e itens dísponiveis.

Nos fields, além da dungeon, temos também outras localizações que poderemos, ou não, visitar. Estas, por defeito, não se encontram localizadas no mapa, mas a sua localização aparecerá se, para o efeito, utilizarmos itens que iremos adquirir ao longo da nossa jornada. Contudo, podemos visitar estes locais mesmo não estando estes localizados no mapa, embora isto envolva uma maior exploração, e consequente maior gasto de tempo.

Obviamente teremos connosco um conjunto de jogadores, embora este nunca seja fixo. Isto processa-se mais ou menos da seguinte forma; quando conhecermos determinadas personagens, estar irão dar-nos o seu contacto. Assim, quando partimos para um field, basta seleccionarmos a opção party e o jogador que queremos contactar; indo depois este directamente para a nossa equipa. Obviamente, só poderemos contactar jogadores que estejam conectados, assim, caso estes estejam offline, é-nos comunicado a impossibilidade de estes se juntarem à nossa party.

Passando aos combates, esqueçam os combates por turnos, pois os combates de .Hack decorrem em tempo real. Durante os combates, o X serve para atacarmos, o quadrado serve para irmos para um menú onde temos várias opções para comunicarmos às personagens da nossa equipa, como usar apenas ataques físicos, apenas magias etc; e o triângulo serve para acedermos ao menú. No jogo, a camara é totalmente controlada por nós, o que, em certas ocasiões, se revela pouco prático, principalmente durante os combates. Para controlar-mos a camara podemos dar uso ao R1 (direita) e L1 (esquerda), e R2 para colocarmos a camara atrás da nossa personagem, ou simplesmente usar o analógico direito (R3), onde também temos a opção de zoom in/zoom out. A camara torna-se pouco prática nos combates pela razão de alguns inimigos estarem em constante movimento, pelo que não é muito prático andar atrás deles, atacar, e, ao mesmo tempo, controlarmos a camara. Mas a confusão nos combates não se fica por aqui. Por exemplo, os balões de texto muitas vezes se tornam incómodos, pois sobrepõem-se aos próprios combates, pelo que nos limita muito o nosso campo de visão. Além disso, muitas vezes dei por mim nos combates a utilizar apenas o X intercalando com o uso de itens, pelo que as batalhas podem também adquirir alguma linearidade.

Temos também ao nosso dispor o uso de magias; para as usarmos, temos de aceder ao menú e seleccionar a magia pretendida, estando a sua utilização apenas disponível caso o inimigo se encontre no raio de visão. Isto aplica-se também aos ataques especiais, que são utilizados da mesma maneira. A utilização dos ataques/magias implica o gasto da barra de SP, que substitui de certa forma a barra de MP da maioria dos RPGs, que se renova automaticamente.

Os ataques especiais e magias estão associados ao nosso equipamento, pelo que os podemos usar conforme o que tenhamos equipado. Ou seja, não iremos aprender ataques/magias, pelo que quando deixamos de ter equipado determinada armadura, as habilidades a esta associadas deixam de estar dísponiveis.

O sistema de evolução das personagens decorre da mesma maneira que a generalidade dos RPGs, ou seja, depois de cada combate ganhamos um determinado EXP, e, passado algum tempo quando atingimos um certo valor de EXP, passamos para o nível seguinte. A evolução correspondente aos níveis é anunciada durante os combates na forma de balão de texto, embora esta possa passar um pouco despercebida...

Em termos gráficos, o jogo deixa muito a desejar, tanto a nível de animações de personagens, como a nível de modelos, texturas, detalhe dos cenários, etc. Não contem portanto com nada muito avançado neste campo, pois o jogo está francamente fraco neste aspecto, muito também devido ao timing de lançamento do jogo por cá. Destacam-se as animações faciais, que, embora não estejam nada de deslumbrante, conseguem transmitir algum sentimento à personagem, embora, por vezes, estejam demasiado exageradas e mal caracterizadas. Safam-se as cutscenes, que, embora sofram do mesmo nível gráfico, possuem por vezes efeitos que dão um grande impacto à narrativa, como inversão de imagens, etc.

Muito bem conseguido está o aspecto sonoro. A música do jogo está realmente muito boa e ajuda a transmitir uma grande profunidade à acção. De destacar também o voice-acting, que, além de ter bastante qualidade, está também presente em várias alturas do jogo.

Resumindo, estou a gostar do jogo, este tem um conceito bastante bom e original, que tenta transmitir os dois lados da acção, e que, pelo menos a mim, me deixou com vontade de embarcar num RPG online. O jogo tem também as suas falhas, nomeadamente em termos de combates, evolução de personagens, gráficos e alguma repetitividade e linearidade. Obviamente, estes aspectos não deixam o jogo alcançar a excelência, mas nao me impedem de estar a gostar muito da experiência de jogo, e aconselho vivamente a todos os jogadores que gostem de RPGs. Mas ainda vou com poucas horas de jogo, pelo que este foi apenas o primeiro contacto, podendo a minha opinião, obviamente, alterar-se. Espero ansiosamente pelo desenvolver da narrativa, que até agora me deixou ansioso por continuar a jogar.





































Olá a todos

hogwart, 01.04.04
Primeiro que tudo, muito bom dia a todos.

Sei que, quando viessem aqui e novo, esperavam ver mais uma vez o Hogwart a anunciar, mais uma vez, e como tem bem ele sabe fazer, as novidades nesse mundo, que são os jogos.

Contundo, com o ínicio de Abril chegaram também algumas mudanças, e, foi com muita pena minha que vi o Hogwart anunciar que iria deixar o gamersparadise por falta de tempo. Foi realmente uma sensanção de tristeza ver que o melhor local de informação sobre jogos do país, e do qual sou visitante assíduo, iria deixar de ser actualizado pelo Hogwart.

Por isso, aceitei a proposta que o Hogwart fez publicamente nos fóruns Game Over, em que dizia que dava o blog a quem pretende-se actualizá-lo. E, assim, ofereci-me, embora as expectativas, depois do excelente trabalho que o Hogwart fez por aqui, sejam muito altas. Mas espero conseguir continuar este projecto, e agradecer pela confiança que o Hogwart depositou em mim, pois siginifica mesmo muito.

E agora as apresentações. Chamo-me Pedro Tunes, tenho 15 anos, e partilho a paixão por jogos. A paixão começou desde muito cedo, embora se tenha expandido quando me liguei à Internet, em que pude ficar mais informado e, desde aí, me dediquei a sério a este mundo e aumentei consideravelmente a minha colecção de jogos colecção de jogos (embora no IGN apenas estejam os jogos mais recentes e ainda me faltam actualizar alguns) . Actualmente possuo as 3 consolas desta geração, portanto espero também ir deixando aqui as minhas impressões sobre os vários jogos que comprar, pois é uma coisa que faço regularmente nos fóruns onde participio, GameOver, onde sou o ptunes, e g4mers e ENE 3 onde sou o fantasyaddicted. Pretendo assim, de alguma forma, tentar ajudar-vos a escolher os jogos que mais se adaptam aos vossos gostos, e também tentar que fiquem a conhecer um pouco melhor este vasto mundo.

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