Quarta-feira, 31 de Março de 2004

REVIEW: DISGAEA: HOUR OF DARKNESS

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REVIEW: DISGAEA: HOUR OF DARKNESS (PS2)


Lançado o ano passado nos States, Disgaea foi depressa aclamado como o melhor S-RPG (Strategy RolePlaying Game) no mercado. Esta resposta positiva, tanto por parte dos críticos como dos jogadores, fez-se sentir de tal forma que assegurou a este jogo algo raro: um lançamento Europeu.


Como revelado há semanas no G4mers e na Eurogamer, a KOEI vai converter e publicar esta obra-prima da ATLUS deste lado do Atlântico. Esta review é da versão NTSC, pelo que podem existir algumas diferenças entre esta e a versão PAL. Dito isto, passemos ao jogo.


Do lado do Mal


Em Disgaea acompanhamos Larharl, príncipe do submundo, na sua demanda pelo trono do seu falecido pai. Por razões desconhecidas, Larharl acorda de um sono de muitos anos para encontrar o seu pai morto, e o submundo dividido por vários demónios em luta pelo trono. Assim, com a sua companheira Etna (que o acordou a custo de muitas espadas, machados e outras armas, chegando Larharl a pensar que se tratava de uma tentativa de assassínio), Larharl parte à conquista.


O argumento de Disgaea começa assim, diferente, engenhoso, e hilariante. As personagens principais são brilhantes, apesar de poucas. O seu humor é irreverente, inteligente, satírico e muito japonês! Na verdade, alguns “gags" podem-se perder devido ás diferenças culturais... Mas no geral, o humor está muito bom, assim como o argumento na sua totalidade, que ora dá para o satírico, ora para o sério, sempre com excelentes resultados.


Um mundo de sistemas e estatísticas


Chegamos então à parte mais ingrata de qualquer review de Disgaea: o verdadeiro “tour de force" que é descrever o funcionamento de um jogo de estratégia por turnos com vários sistemas de incontáveis nuances que fazem toda a diferença.


Disgaea é um jogo que consegue ser extremamente complexo, e ainda assim tornar-se acessível se assim o desejarmos. É perfeitamente possível acabar o jogo sem usar muitos dos sistemas seguidamente descritos, mas para retirar total partido do jogo, é preciso dominá-los... E dedicar meses do nosso tempo livre.


A principal componente do jogo é a batalha estratégica, na senda de Final Fantasy Tactics. O castelo de Larharl serve como HUB entre as várias zonas, e uma vez escolhida uma zona, temos acesso a um mapa, onde se dará uma batalha, depois da qual teremos acesso ao mapa seguinte, a assim por diante.


As batalhas processam-se por turnos. No início da batalha, escolhemos da nossa equipa dez elementos, que colocamos um a um no campo de batalha. Todos os elementos entram a partir da mesma casa, pelo que é necessário movimentar um antes de escolher o próximo. Uma vez movidos todos os elementos da nossa equipa, é a vez dos nossos inimigos, e assim por diante.


Dentro do nosso turno, podemos mover as nossas personagens pela ordem que quisermos, e podemos deixar ataques e habilidades em “lista de espera", de modo a que possamos desencadeá-los em conjunto, algo importante, por razões que serão explicadas de seguida.


Aqui, alem das magias, habilidades e ataques da praxe, temos algumas novidades dignas de interesse: dependendo da sua relação e classe, personagens em casas adjacentes à activa podem juntar-se a esta num ataque, originando combos espectaculares e devastadores, pelo que o posicionamento é algo muito importante. Por outro lado, vários ataques/habilidades/magias utilizados consecutivamente num mesmo inimigo enchem uma barra de bónus, que no final da batalha servirá para ganharmos equipamento, dinheiro, ou experiência extra. É também possível uma personagem pegar num inimigo ou aliado e atirá-lo, afastando inimigos ou ajudando aliados a moverem-se grandes distancias. Além disso, arremessar um inimigo para cima de outro do mesmo tipo causa uma fusão: um inimigo de maior nível, mas que dá mais experiência.


Finalmente, uma nota para uma componente de puzzle-game: em alguns mapas, existem casas coloridas, e pirâmides de cor correspondente. Cada pirâmide tem associada um efeito. Metendo uma pirâmide vermelha de “attack x2", por exemplo, em cima de uma casa azul, faz com que qualquer personagem que esteja numa casa azul ataque duas vezes. Adicionalmente, destruindo essa pirâmide faz com que todas as casas azuis passem a vermelhas, e dá dado qualquer personagem que se encontre numa casa azul. Este dano pode inclusive destruir outra pirâmide, que desta vez converterá todas as casas vermelhas em casas da sua cor... Utilizar isto inteligentemente proporciona reacções em cadeia que podem eliminar todos ou grande parte dos nossos inimigos de uma só vez, e fazer a barra de bónus atingir o valor máximo.


O Castelo de Larharl


Alem de acedermos ás várias zonas e fazermos compras aqui, o Castelo é a porta de entrada para duas secções importantes, ainda que não fundamentais, do jogo: a Assembleia Negra e o Mundo dos Itens.


A Assembleia Negra é o equivalente à nossa Assembleia da Republica: aqui se reúnem vários senadores do submundo, sendo que o nível, estatuto e mana de cada personagem definem a sua importância e influência perante a assembleia. O estatuto pode-se subir participando numa batalha a solo contra examinadores, mas a mana, essa é ganha consoante o número de inimigos derrotados por essa personagem. Quanto maiores estes parâmetros, mais propostas a personagem pode fazer à assembleia, sendo que as mais simples podem ser simplesmente um pedido de melhores itens na loja, e as mais dispendiosas (em termos de mana) podem ser mesmo um pedido de abertura de portais que levam a áreas extra. Uma vez gasta a mana para fazer o pedido, é necessário que o pedido seja aprovado, mediante uma votação. Não é necessário termos a maioria do nosso lado: podemos ter muitos senadores do nosso lado, mas perder se os mais influentes estiverem contra nós. Para evitar tal situação, podemos subornar alguns senadores com itens... Afinal, é de demónios que estamos a falar!


Outra função importante da assembleia é a criação de personagens: as personagens de história são poucas, logo temos a oportunidade de personalizar o nosso exército. Temos inicialmente várias classes à nossa disposição, e à medida que as nossas personagens vão evoluindo nessas classes, mais vão ficando disponíveis, tal como versões mais poderosas de classes antigas. Pode-se criar personagens mais ou menos poderosas, consoante a mana que podemos despender, ou converter uma existente a uma nova classe. Nesse caso ela começará a nível 1 na nova classe, mas trará consigo uma percentagem das estatísticas e habilidades da classe anterior, consoante o mana que investimos na mudança de classe. Assim, é possível criar personagens poderosas e versáteis. Também podemos optar por criar monstros que já derrotamos para combaterem connosco, sendo que quanto mais monstros de determinado tipo tenham derrotado, menos mana teremos que despender para os criar.


Quanto ao Mundo dos Itens... Como se não bastasse o sem-fim de alternativas de criação e evolução de equipa que temos, neste jogo também é possível subir o nível dos itens, desde a mais poderosa espada ao mais reles chocolate. Cada item tem um mundo lá dentro, que pode ter até 100 mapas gerados aleatoriamente, o que torna esta área do jogo... Infinita! A cada mapa que conquistamos, o item sobe um nível, e a cada dez defrontamos um “boss", e temos a oportunidade de sair do item, estando este agora muito mais poderoso. Alem disso, derrotando certos inimigos dentro de um item, chamados “especialistas", desbloqueamos grandes bónus ás várias características do item em questão, e podemos passar esses especialistas de item para item, de modo a que, quando arranjamos novas armas ou armaduras, podemos transferir-lhes grande parte do poder das anteriores.


Um hino à animação japonesa


Graficamente, Disgaea é o sonho de um fã de animé. Os cenários são competentes e variados, com a excepção de “Item World", repetitivos em virtude do seu cariz aleatório. Mas as maravilhas do jogo são as personagens: alem dos carismáticos protagonistas, cada classe tem um representante de cada sexo, sobejamente desenhado ao melhor estilo anime SD, e os monstros não lhes ficam atrás. Zombies, diabos, vampiras, pinguins explosivos e muitos mais, cada um com o seu estilo muito particular, todos simplesmente adoráveis.


Os ataques e magias mais simples são bonitos, os intermédios são espectaculares, e os “de topo" (a maioria dos quais só se conseguirão com muita hora de jogo, ou recomeçando após o final, mantendo o nível das personagens) são simplesmente incríveis, agarram em tudo o que veio antes dentro do género, queimam-no e mostram como se faz.


O som é bom, com muitas músicas agradáveis, algumas muito boas, e uma excepcional “theme song" produzida por “Tsunami Bomb", uma banda de J-Rock. Pessoalmente, esta música levou-me a procurar mais acerca da sua discografia, e gostei bastante do que ouvi.


De referir que não só a grande maioria do diálogo é dobrado, como podemos optar pela dobragem inglesa, ou pela original em japonês, uma excelente iniciativa que espero que seja mantida para o lançamento Europeu.


Comentários finais:


Estamos perante um dos jogos mais complexos dos últimos tempos, mas neste caso grande parte da sua complexidade é opcional, e toda ela é extremamente divertida e contribui muito para a qualidade do jogo.


A variedade da jogabilidade de Disgaea faz com que o jogo raramente se torne aborrecido (pois algumas viagens mais prolongadas em “Item World" podem ser desesperantes, mas, volto a salientar, são completamente opcionais), a sua história interessante e cheia de humor faz-nos querer avançar como poucas, a quantidade espantosa de classes para escolher e de habilidades para dominar assegura que há sempre algo para ver e fazer, e a sua apresentação e estilo surpreendem-nos constantemente.


A sua dimensão pode assustar alguns, mas com um pouco de paciência até o jogador mais perdido se sentirá à vontade no mundo de Disgaea. O único defeito mais sério que consigo encontrar no jogo é a monotonia que o modo “Item World" se vai tornando, algo opcional se quisermos apenas acabar o jogo, seja com que final for, mas imprescindível se queremos atingir os níveis necessários para explorar os mundos secretos e obter os poderes mais espectaculares.


Será o jogo da vida de alguns, e uma excelente experiência para muitos outros. Tal como diz na capa: "Strategy RPGs are about to get a serious kick in the ass!" Dito e feito.


Review by Ashura

publicado por hogwart às 01:06
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DOWNLOADS DO DIA 31/03/04

Demos:


TOCA Race Driver 2: The Ultimate Racing Simulator (PC/Xbox - Codemasters - 117 MB - Download Nacional)


Vídeos:


King of Fighters: Maximum Impact (PS2 - SNK Playmore - 15,6 MB - Download Nacional)


Darkwatch: Curse of the West (PS2/Xbox - Sammy - 15,1 MB - Download Nacional)


Resident Evil 4 + Killer 7 + Panic Maker (GC - PS2/GC - PS2 - Capcom - 69 MB - Download Nacional) 

publicado por hogwart às 00:33
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Terça-feira, 30 de Março de 2004

EURO 2004 - NOVAS IMAGENS

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A Electronic Arts revelou hoje novas imagens do nosso querido EURO 2004.


Já devem saber que em EURO 2004 teremos ao nosso dispor, não só as selecções dos países presentes na fase final, mas sim todas as 51 selecções nacionais Europeias.


Outro dos grandes pontos de interesse deste título é a possibilidade de podermos jogar nos estádios onde se desenrolarão os jogos do torneio, que estarão todos disponíveis e fielmente reproduzidos.


Fiquem com as novas imagens onde já podem ver quase todos os estádios da prova.


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publicado por hogwart às 23:53
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TOP 20 INGLÊS (21/03 - 27/03)

   


Esta semana registaram-se cinco novas entradas para o top 20 de vendas Britânico.


Destas cinco boas novidades vou destacar Splinter Cell: Pandora Tomorrow que entra directamente para o primeiro lugar. Este facto não seria merecedor de destaque caso o jogo já estivesse disponível para todas as consolas, mas como sabem, o segundo capítulo de mais uma série com a assinatura de Tom Clancy só está, para já, disponível para Xbox, o que traz um valor acrescido à prestação do título.


Far Cry e Metal Gear Solid - The Twin Snakes estão também apostados em fazer boa figura na tabela dos mais vendidos e ainda bem que assim é pois são dois excelentes jogos e como tal merecem vender muitas unidades.  


 


     1    N Tom Clancy's Splinter Cell: Pandora 1 


     2    1  James Bond 007: Everything Or Nothing 5 


     3    2  LMA Manager 2004 3 


     4    N Far Cry 1 


     5    5  Norton Internet Security 2004 25 


     6    4  Sonic Heroes 8 


     7    N Metal Gear Solid - The Twin Snakes 1 


     8    3  Battlefield Vietnam 2 


     9    6  Unreal Tournament 2004 2 


     10 15 FIFA 2004 23 


     11  7  Tom Clancy's Ghost Recon: Jungle Storm 3 


     12 10 SOCOM 2: US Navy SEALs 4 


     13 12 Finding Nemo 26 


     14 13 Need For Speed: Underground 19 


     15  N This Is Football 2004 1 


     16   8 Cricket 2004 3 


     17 14 The Simpsons: Hit and Run 22 


     18 17 Grand Theft Auto: Vice City 61 


     19  N Counter-Strike Condition Zero 1 


     20 19 Crash Bandicoot - Wrath of Cortex 97 


Legenda: Posição / Posição semana anterior / Título / Número de semanas no Top 40 

publicado por hogwart às 23:21
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REVIEW: ARC: TWILIGHT OF THE SPIRITS

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REVIEW: ARC: TWILIGHT OF THE SPIRITS (PS2)


 


Arc: Twilight of the Spirits


 


Para quem não sabe, este jogo faz parte de uma série de rpgs, Arc the Lad, que conta já com alguns jogos que saíram para a PSOne mas que infelizmente se ficaram pelo Japão e USA.


Felizmente a politica e mentalidade de algumas Software Houses japonesas está a mudar, e prova disso é o número de rpgs com data de lançamento marcada para a Europa. Este jogo, felizmente, não foi excepção, e pela primeira vez um jogo da série Arc the Lad chega à Europa. E em boa hora.


Nunca tinha jogado nenhum dos anteriores, e por isso não tinha qualquer tipo de expectativa em relação ao jogo, embora depois de algumas opiniões de sites, como o GameSpot que o tinha eleito como um dos melhores jogos para a Ps2 no ano passado, esperasse encontrar um bom rpg.


E foi isso mesmo que encontrei. O jogo depressa subiu no meu top, e é, para mim, um dos melhores rpgs para a PS2.


Mas falando do jogo em si, começo por aquilo que para mim é o mais importante num bom rpg: as personagens, história e ambiente. Felizmente estes três aspectos foram muito bem conseguidos; gostei muito de algumas personagens e do modo como estas evoluem ao longo da narrativa, pois há jogos em que as personagens se mantêm exactamente iguais do princípio ao fim, felizmente isto aqui não acontece. Pelas nossas mãos irão passar um número de personagens bastante razoável, que, salvo erro, anda por volta das 12. Quanto a ambiente, podem contar com viagens entre vários mundos, e estes são bastante distintos uns dos outros, quer em termos de ambiente quer em termos de habitantes. Por fim a narrativa, e não querendo entrar no campo dos spoilers, está também ela muito bem conseguida, e é com agrado que vi neste jogo cenas que não é comum ver na maioria dos jogos, em que controlamos sempre a personagem boa que vai salvar o mundo. Felizmente aqui os produtores tentaram fugir um pouco dos clichés habituais deste género, e temos cenas mais dark em que o fim das mesmas nem sempre é previsível. Podem portanto contar com algumas reviravoltas na narrativa, e alguns momentos mais dramáticos menos comuns neste género de jogo.


Um pormenor engraçado é o facto de o jogo ser contado a duas vozes, ou seja, iremos alternar entre duas personagens ao longo da aventura, o que enriquece muito o jogo, acabando com a monotonia que poderia existir, além de que nos dá uma visão completamente oposta dos acontecimentos, visto as duas personagens serem o oposto uma da outra.


Passando aos gráficos, podem não ser dos melhores desta geração, e o facto de já ter sido lançado há algum tempo nos States também não ajuda, mas estão longe de serem maus. As animações das personagens estão bastante bem conseguidas, assim como os cenários, em que alguns são de grande beleza, com quedas de água, florestas, reflexos da paisagem em lagos. Embora estes se tornem um pouco repetitivos em algumas áreas de jogos, principalmente no fim, outras há em que estes são bastante variados, indo das florestas até campos de batalha. O ponto fraco vai para as texturas e os jaggies (efeito em escada nos gráficos), ou seja, os eternos problemas da PS2.


No campo do som, a sonoplastia do jogo é bastante agradável, e tem algumas músicas que a meu ver roçam mesmo a excelência, principalmente alguns dos temas presentes mais para o final do jogo, que conseguem transmitir ainda mais profundidade a momentos já por si intensos. Ou seja, este aspecto também foi muito bem conseguido, e, embora não faça esquecer as bandas sonoras de alguns Final Fantasy, está longe de ser mau, muito pelo contrário.


Podem também contar com um voice-acting muito bem conseguido, portanto esqueçam as vozes irritantes presentes em inúmeros jogos. Infelizmente são raros os momentos em que "ouvimos" as personagens, pois isto só acontece em algumas cut scenes presentes em pequena escala ao longo do jogo, o que é pena.


Passando para a jogabilidade, mais concretamente para o sistema de combate. Os confrontos lembram o sistema de combate por turnos, embora com algumas diferenças. Quando os combates começam as atenções centram-se numa personagem, depois, dependendo da personagem, temos uma certa área onde nos podemos deslocar. A nossa personagem tem também um raio de ataque, e, se ao fim de nos movimentarmos o nosso inimigo estiver nesse raio de ataque atacamos, senão acabamos o nosso turno. Claro que os combates não são tão lineares quanto isto, pois as opções presentes não se ficam pelo ataque. Dependendo da personagem, temos a opção Special Moviments, em que temos uma lista dos movimentos adquiridos ao longo do jogo e que podemos utilizar ao longo dos combates, e temos também as magias características deste género de jogo. Obviamente podemos usar também os habituais Items. Cada movimento/magia/item tem também o seu raio de acção, pelo que se o inimigo não se encontrar nesse raio de acção, é-nos impossível realizar a opção escolhida.


O facto de movimentarmos a personagem em cada turno torna os combates mais lentos que na generalidade dos combates por turnos, por isso alguns combates podem-se tornar um pouco entediantes.


Outra característica presentes nos combates é o facto de podermos atacar a dois, ou seja, quando somos atingidos um determinado número de vezes o nosso personagem ganha um contorno de uma determinada cor, aí basta seleccionar um inimigo, realizar a opção de atacar, e o outro membro da nossa party que esteja mais perto e tenha o inimigo no seu raio de acção faz o ataque em conjunto com o nosso. Esta característica torna-se bastante útil, pois estes ataques conjuntos tiram bastante energia aos adversários.


Para usarmos as opções que disse em cima são necessários Spirit Stones, que de certa forma substituem a barra MP presente na maioria dos RPGs. Estas podem ser compradas ou então ganhas durante os confrontos; cada personagem pode trazer consigo um diferente número de Spirit Stones, que podem ser dadas à personagem no intervalo dos combates.


O sistema de evolução baseia-se nos experience points / special points que ganhamos no fim de cada combate. Os exp. points servem para evoluirmos de nível, ou seja, dependendo do nível em que nos encontramos existem um determinado número de Exp. points que necessitamos para passarmos ao nível seguinte, quando alcançamos esse número passamos ao próximo nível, e assim sucessivamente.


Os Special Points estão ligados aos Special Moviments e às magias. Para adquirirmos novos movimentos ou novas magias precisamos de um certo número de SP; no menu temos uma lista com as magias/SM que podemos adquirir e o número de SP necessários, quando possuirmos esse número de SP basta ir à lista, seleccionar o movimento/magia pretendido e este passa a estar disponível nos combates, ou seja, tudo muito simples. Ao longo do jogo vamos também evoluindo em relação à classe, funciona exactamente da mesma maneira que os Exp. mas aqui usando os SP; consoante evoluímos em relação à classe, maior o número de magias/movimentos disponível para adquirirmos.


Depois podemos também associar à personagem um conjunto de três armas e três acessórios, que irão alterar as características das personagens, por exemplo, determinada arma aumenta o poder de ataque, enquanto determinado acessório aumento o HP da personagem, e por aí fora.


Quanto à longevidade, podem contar com 50 horas de jogo.


Ou seja, no contexto geral o jogo está muito bom. Os aspectos negativos resumem-se à lentidão presentes nos combates e à linearidade geral do jogo, pois pouco mais há para fazer além da aventura principal, pelo que o número de side quests é mesmo bastante reduzido. Além disto, quem não tiver paciência não embarque no jogo, pois este é um rpg tipicamente japonês, pelo que podem contar com uma longa narrativa e com várias conversas com habitantes das diversas localidades.


Review by Fantasy Addicted

publicado por hogwart às 09:45
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DOWNLOADS DO DIA 30/03/04

Vídeos:


Tom Clancy's Ghost Recon: Jungle Storm (PS2/NGage - Ubisoft - 12,9 MB - Download Nacional)


Firfighter F.D. 18 (PS2 - Konami - 16,6 MB - Download Nacional)


Drakengard (PS2 - SquareEnix - 3,5 MB - Download Nacional)


Cowboy Bebop (PS2 - Bandai - 1,9 MB - Download Nacional)


Pokémon Colosseum (GC - Nintendo - 3,3 MB - Download Nacional)


Tom Clancy's Splinter Cell Pandora Tomorrow (PS2/Xbox/GC/PC/GBA - Ubisoft - 1,4 MB - Download Nacional)


Breakdown (Xbox - Namco - 11,5 MB - Download Nacional)

publicado por hogwart às 09:32
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Segunda-feira, 29 de Março de 2004

BUG SPLINTER CELL XBOX

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A Ubisoft já se pronunciou sobre o bug que tem deixado desesperados alguns jogadores que tentam jogar o novo Splinter Cell: Pandora Tomorrow no Xbox Live.


O problema acontece quando o user selecciona a opção Optimatch e aguarda os resultados. Ficar alguns segundos neste ecrã, faz com que o jogo encrave.


A software-house Francesa fez um pedido de desculpas aos users do serviço Live e fez saber que um patch automático que corrigirá o erro, já vem a caminho e deverá estar pronto nos próximos dias.


Enquanto o patch não sai, a Ubisoft recomenda cuidado ao utilizar o Optimatch, avisando que o jogador não pode ficar mais de 12 a 15 segundos no ecrã dos resultados, devendo escolher o jogo rapidamente ou clicar no botão de refresh caso esses segundos estejam a terminar.


No entanto o melhor será mesmo nem utilizar esta opção por enquanto.

publicado por hogwart às 22:18
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NOVOS BUNDLES GAMECUBE

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A Nintendo Europa continua a investir nos bundles em parceria com a Electronic Arts e proximamente lançará dois novos packs de edição limitada.


O primeiro contará com a consola GameCube, um comando e o jogo de maior sucesso do Natal passado, Need For Speed Underground.


O segundo pack incluirá a consola, um comando e o jogo FIFA 2004.


Ambos os packs custaram a módica quantia de 129€, agora toca a aproveitar.


Fiquem com as boxarts dos dois bundles.


Bundle NFSU Bundle FIFA 2004

publicado por hogwart às 21:51
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GAME DEVELOPERS CHOISE AWARDS

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A International Game Developers Association (IGDA) atribui pela quarta vez os Game Developers Choice Awards.


Considerados como os prémios mais importantes do sector, estas destinções são votadas por profissionais de todo o mundo, sem que para isso tenham que ser membros da associação.


And the winners are...

Game of the Year
STAR WARS: KNIGHTS OF THE OLD REPUBLIC (BioWare Corp.)

Original Game Character of the Year
HK-47 de STAR WARS: KNIGHTS OF THE OLD REPUBLIC

Rookie Studio of the Year
Infinity Ward por CALL OF DUTY

Excellence in Audio
Chuck Russom pelos efeitos sonoros em CALL OF DUTY

Excellence in Game Design
David Chateauneuf, Patrice Desilets, Jordan Mechner e equipa pelo game design em PRINCE OF PERSIA: THE SANDS OF TIME

Excellence in Programming
Dominic Couture, Feng Quan Wang e equipa por graphics programming em PRINCE OF PERSIA: THE SANDS OF TIME

Excellence in Visual Arts
Masanao Arimoto, Yoshiki Haruhana e Satoru Takizawa por art diraction em THE LEGEND OF ZELDA: THE WIND WAKER

Excellence in Writing
David Gaider, Drew Karpyshyn, Luke Kristjanson e Peter Thomas por writing em  STAR WARS: KNIGHTS OF THE OLD REPUBLIC

Game Innovation Spotlights
EYETOY: PLAY (Sony Computer Entertainment Europe)
VIEWTIFUL JOE (Capcom)
WARIOWARE INC.: MEGA MICROGAME$ (Nintendo)


Os seguintes quatro prémios, foram seleccionados pelo painel da Game Developers Choice Awards.

Lifetime Achievement Award
Mark Cerny: Um génio da produção e colaborador em títulos de enorme sucesso como foi o clássico arcade Marble Madness e as séries Crash Bandicoot e Ratchet & Clank.


First Penguin Award
Masaya Matsuura: Um pioneiro nos jogos de ritmo, responsável por títulos como Parappa the Rapper ou Um Jammer Lammy.

Maverick Award
Brian Fiete, Jason Kapalka e John Vechey: Os fundadores da PopCap Games, por levarem o casual gaming até ao público mais mainstream.

IGDA Award for Community Contribution
Ray Muzyka e Greg Zeschuk: Os CEOs da BioWare Corp., eles contribuiram para a comunidade criativa da indústria assim como para várias causas de caridade.


Se quiserem ver a lista de nomeados podem visitar a página da igda aqui.

publicado por hogwart às 09:10
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LANÇAMENTOS DA SEMANA

Splinter Cell: Pandora Tomorrow (Xbox, GBA)


Metal Gear Solid: Twin Snakes (Gamecube)


Far Cry (PC)


Counter-Strike: Condition Zero (PC)


Harvest Moon: It's a Wonderful Life (Gamecube)

publicado por hogwart às 08:30
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Domingo, 28 de Março de 2004

MARIO VS DONKEY KONG

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Foram reveladas hoje mais imagens de Mario vs Donkey Kong para GBA.


Neste jogo, DK será o inimigo a abater e depois deste ter destruído a fábrica de brinquedos de Mario, teremos que salvar os trabalhadores em risco, derrotar DK e restaurar a ordem.


Fiquem com as imagens.


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publicado por hogwart às 21:56
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GBA CLASSIC NES SERIES

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A Nintendo America irá produzir uma linha de jogos com uma lógica semelhante à versão Japonesa Famicom Mini.


Títulos como Super Mario Bros, Legend of Zelda, Excitebike, Donkey Kong, Ice Climbers, Bomberman, Pac-Man e Xevious estarão disponíveis por $19.99 a partir de 7 de Junho.


Aparentemente os jogos não serão vendidos em caixas especiais, como acontece no Japão, mas sim nas caixas normais dos jogos GBA.


Uma versão limitada do GBA SP também será produzida, tendo como base o comando da NES.

publicado por hogwart às 21:41
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ACE COMBAT 5 - NOVAS IMAGENS

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A Namco continua a alimentar a nossa curiosidade com novas imagens de Ace Combat 5: The Unsung War.


Estas novas imagens parecem ter sido retiradas de um trailer ou vídeo do jogo, que não será de amirar se aparecer durante os próximos dias pela net.


Como já sabem, este título está previsto sair para PlayStation 2 no fim de 2004 no Japão e EUA, nós comuns mortais Europeus teremos que esperar por 2005 para podermos provar que somos um às dos céus.


Fiquem com as novas imagens.


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publicado por hogwart às 21:19
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BATOTA DA SEMANA

Hoje vamos ter truques para True Crime Streets of LA, um fantástico jogo da Activision, que fez algum furor no Natal passado nas consolas da nova geração e que tem já em desenvolvimento uma versão PC.


XBOX:


 


Criem uma matrícula com um dos seguintes nomes para se transformarem num diferente personagem.


 


HAWG - Become a biker


JASS - Become a blindfolded, sado-machoism donkey smoking a cigarette


B00Z - Become a bum


PHAM - Become a butcher that is asian


M1K3 - Become a commando


BRUZ - Become a famous boxer


B00B - Become a female punk


MRFU - Become a gambling asian


TFAN - Become a gangster


TATS - Become a lady with a tatoo on every part of her body


MNKY - Become a male punk


J1MM - Become a nasty corpse


P1MP - Become a pimp


FATT - Become a police officer in a higher rank


5WAT - Become a S.W.A.T. team member


HARA - Become a working female asian


FUZZ - Become Johnson the police officer


B1G1 - Become your female boss


ROSA - Become your female partner


HURT_M3 - Become your partner but this time wearing lingerie


HARA - Play as asian worker


B00Z - Play as Bum


M1K3 - Play as Commando


FUZZ - Play as cop


TFAN - Play as gangsta


MNKY - Play as Street Punk


SWAT - Play as Swat officer


 


Quando estiverem no ecrã do mapa introduzam os seguintes códigos para conseguirem os seguintes efeitos:


 


Left, Right, Left, Right, A - All Driving Skills Unlocked


Up, Down, Up, Down, A - All Fighting Skills Unlocked


Right, Left, Right, Left, A - All Gunplay Skills Unlocked


Down, Down, Down, A - Bigger Car (must be in car before you enter it on the pause menu)


Down, Up, Down, Up, A - Get all garage cars


A,B, X, Y - Show's Where Nick Kang Is Currently At


Up, Up, Up, A - Gives your car an overall speed increase as well as gives your nitro boosts more thrust!


Right trigger, left trigger,, Dpad Up, Dpad Right, Dpad Left, Dpad Down, Left analog stick down, Right analog stick down, A, X - Play as Snoop in an 1 hour challenge.


Up, Right, Down, Left, Up, A - Unlocks all stats and weapons/moves/cars


 


PlayStation 2:


 


Criem uma matrícula com um dos seguintes nomes para se transformarem num diferente personagem. Antes de confirmarem o nome, certifiquem-se que o OK está aceso e depois carreguem no L1 e no R1 ao mesmo tempo.


 


HAWG - Become a biker


JASS - Become a blind, mado-sachoism, donkey smoking a cigarette


PHAM - Become a butcher that is asian


M1K3 - Become a commando


BRUZ - Become a famous boxer


B00B - Become a female punk


TFAN - Become a gangster


TATS - Become a lady who has a tatoo everywhere


MNKY - Become a male punk


J1MM - Become a nasty corpse


PIMP - Become a pimp


FATT - Become a police officer in a higher position


5WAT - Become a S.W.A.T. team member


B00Z - Become a street bum


HARA - Become a working asian


MRFU - Become an asian that likes gambling


FUZZ - Become Johnson the police officer


LOLA - Become Lola


B1G1 - Become your female boss


ROSA - Become your partner


HURT_M3 - Become your partner but wearing lingerie instead


 


Quando estiverem no ecrã do mapa introduzam os seguintes códigos para conseguirem os seguintes efeitos:


 


Up, Right, Down, Left, Up, X - Unlock All Impound Garage Cars


R1 ,L1, up, right, left, down, L3, R3, x, Square, circle, triangle - Unlocks Snoop Dogg


Left, Right, Left, Right, X - All Driving Upgrades Unlocked


Up, Down, Up, Down, X - All Fighting Moves Unlocked


Right, Left, Right, Left, X - All Gunplay Skills Unlocked


Down, Down, Down, X - Bigger Car (must be in car before you enter it on the pause menu)


up, x, x, x - boost


up, right, down, left, up, x - impound garage cars unlocked


X, Circle, Square, Triangle - Show's Nick Kang's Current Location


up, up, up, x - smaller car


 


GameCube:


 


Criem uma matrícula com um dos seguintes nomes para se transformarem num diferente personagem. Antes de confirmarem o nome, certifiquem-se que o OK está aceso e depois carreguem no L e no R ao mesmo tempo.


 


HAWG - Become a biker


JASS - Become a blindfolded, sado-machoism donkey smoking a cigarette


PHAM - Become a butcher that is asian


M1K3 - Become a commando


BRUZ - Become a famous boxer


B00B - Become a female punk


TATS - Become a female with a tatoo on every part of her body


MRFU - Become a gambling asian


TFAN - Become a gangster


MNKY - Become a male punk


J1MM - Become a nasty corpse


P1MP - Become a pimp


FATT - Become a police officer with a higher rank


5WAT - Become a S.W.A.T. team member


B00Z - Become a street bum


HARA - Become a working female asian


FUZZ - Become Johnson the police officer


B1G1 - Become your female boss


ROSA - Become your partner


HURT_M3 - Become your partner but in lingerie this time


 


Quando estiverem no ecrã do mapa introduzam os seguintes códigos para conseguirem os seguintes efeitos:


 


X , Y ,Y - Show Nick's Location


R,L, Dpad Up, Right, Left, Down,Z,Z,A,Y,X,Y - Snoop Dogg Is Now a Playabe Character


Up, Right, Down, Left, Up, A - Unlock all impound garage cars


UP+UP+UP + A - Your Cars go faster.


Left, Right, Left, Right, A - All Driving Skills Unlockes


Up, Down, Up, Down, A - All Fighitng Skills Unlocked


Right, Left, Right, Left, A - All Gunplay Skills Unlocked


Down, Down, Down, A - Bigger Car (must be in car before you enter it on the pause menu)

publicado por hogwart às 13:38
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Sábado, 27 de Março de 2004

DRAGON QUEST V – 1,3 MILHÕES EM 2 DIAS

dragon_quest5peq.jpg


Dragon Quest V, o mais recente da série embora se trate de um remake para PS2 do episódio originalmente lançado para a Super Nintendo em 1992, está a mostrar claramente qual é a série de RPGs mais popular no Japão.


De acordo com a Famitsu, o jogo já vendeu a estrondosa quantidade de 1,3 Milhões de unidades em apenas dois dias de vida, um número que muitos bons jogos só atingem em vários anos.


Se tivermos em conta que este título é só um remake, não consigo sequer imaginar o que é que irá acontecer quando sair Dragon Quest VIII, este sim um título 100% novo e soberbo em todos os aspectos.


Podem fazer o download (nacional) de três soberbos vídeos de Dragon Quest VIII na G4mers, é só seguir os links:


 


Dragon Quest VIII (PS2 - SquareEnix - 40,1 MB - Download Nacional)


Dragon Quest VIII (PS2 - SquareEnix - 55,8 MB - Download Nacional)


Dragon Quest VIII (PS2 - SquareEnix - 69,2 MB - Download Nacional)

publicado por hogwart às 01:14
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DOWNLOADS DO DIA 27/03/04

Demos:


KaiJin (PC - Phelios - 14,6 MB - Download Nacional)


Shangai Street Race (PC - Team6 - 73 MB - Download Nacional)


Vídeos:


Perimeter (PC - Codemasters - 16,6 MB - Download Nacional)


Flat-Out (PS2/Xbox/PC - Empire Interactive - 25 MB - Download Nacional)


Alias (PS2/Xbox/GC/PC - Acclaim - 622 KB - Download Nacional)


Alias (PS2/Xbox/GC/PC - Acclaim - 2,8 MB - Download Nacional)


Alias (PS2/Xbox/GC/PC - Acclaim - 2,1 MB - Download Nacional)


Alias (PS2/Xbox/GC/PC - Acclaim - 2,3 MB - Download Nacional)


Driv3r (PS2/Xbox/GC/PC/GBA - Atari - 15,7 MB - Download Nacional)


Pikmin 2 (GC - Nintendo - 18,4 MB - Download Nacional)


Mario Golf: Advance Tour (GBA - Nintendo - 8,1 MB - Download Nacional)


Manhunt (PS2/Xbox/PC - Rockstar Games - 7,9 MB - Download Nacional)


Manhunt (PS2/Xbox/PC - Rockstar Games - 10,8 MB - Download Nacional)


Manhunt (PS2/Xbox/PC - Rockstar Games - 14,7 MB - Download Nacional)


Manhunt (PS2/Xbox/PC - Rockstar Games - 10,3 MB - Download Nacional)


Manhunt (PS2/Xbox/PC - Rockstar Games - 18,5 MB - Download Nacional)


Manhunt (PS2/Xbox/PC - Rockstar Games - 29,5 MB - Download Nacional)


Sudeki (Xbox - Microsoft - 4,1 MB - Download Nacional)

publicado por hogwart às 00:45
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Sexta-feira, 26 de Março de 2004

RESDIDENT EVIL OUTBREAK OFFLINE

residenteviloutbreak.jpg


A Capcom Europa confirmou que Resident Evil Outbreak, ou Resident Evil Online se preferirem, chegará ao velho continente durante o mês de Setembro. No entanto, segundo responsáveis da casa Japonesa, chegará sem funcionalidades online.


As razões para tal decisão, são problemas técnicos associados à diversidade Europeia, como são as várias línguas e os vários ISPs. Por isso já sabem RE Outbreak será um jogo exclusivamente singleplayer, sem qualquer outra funcionalidade multijugador.

publicado por hogwart às 23:54
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DEATH JR – PRIMEIRO TÍTULO PSP

deathjr.gif


A Sony Computer Entertainment America revelou ontem durante a GDC (Game Developers Conference) o primeiro título para a portátil da Sony, Death Jr.


O ritmo de novas notícias é louco e enquanto a GDC estiver a decorrer ainda devem surgir mais novidades no entanto este evento pode ser encarado como uma pequena amostra daquilo que será a E3 deste ano.


Mas vamos à notícia, o vice-presidente executivo da SCEA, Andrew House, falou de uma forma muito optimista em relação ao mundo das consolas, mas pôs especial ênfase no que toca à PSP.


As software-houses receberam o projecto PSP de braços abertos, House revelou que 81 SH já estão a trabalhar em jogos para a portátil, sendo 23 delas Americanas, 24 Japonesas e 34 Europeias. Alguns nomes já foram amplamente divulgados como é o caso da Electronic Arts, Vicarious Visions e até a Factor 5, parceira de longa data da Nintendo e representada no evento por Julian Eggebrecht.


Até aqui praticamente nada de novo havia sido revelado, mas o grande destaque ainda estava para vir aquando da apresentação do primeiro título PSP: Death Jr. A Backbone Entertainment, representada pelo produtor Chris Charla da Digital Eclipse, mostrou o primeiro vídeo deste título de plataformas/acção.


Esse trailer, cujo download pode ser feito no fundo deste post, mostrou cenas que fizeram lembrar Spyro, mas principalmente revelou uma qualidade gráfica impressionante para uma portátil.


Charla, falando sobre o produzir para a PSP, também demonstrou um enorme entusiasmo, afirmando inclusivamente que a PSP “é mais poderosa que a PS2” e que oferece uma maior simplicidade no que toca ao desenvolvimento de jogos, calculando que a Backbone demorou metade do tempo a fazer um jogo rodar na PSP do que aquele que gastou para conseguir o mesmo efeito na PS2. “ Um grande número de efeitos que tinham que ser desenvolvidos através de software para a PS2, já estão disponíveis no hardware da PSP”.


Voltando a House da Sony, o vice-presidente da empresa disse estar muito confiante no potencial de vendas da PSP. “A trajectória de vendas poderá até suplantar a prestação da PS2”, disse House. Para ele a portátil vai chegar ao mercado no momento ideal para produtos do género.


No que toca a capacidades técnicas, House disse que a máquina suporta rede wireless (protocolo 802.11b), o que acabará de uma vez por todas com os cabos de conexão entre consolas. A conectividade com a PS2 está a ser trabalhada, assim como está também a ser trabalhada a conectividade com os PCs o que permitirá troca de ficheiros (audio ou vídeo) entre os sistemas.


E as novidades ficam-se para já por aqui pois como já vos disse isto não passa de um pequeno aperitivo para a E3 de Maio. Fiquem com o vídeo de Death Jr. e comecem desde já a salivar só de pensar no que esta pequena máquina da Sony será capaz de fazer.


Death Jr. (PSP - Digital Eclipse - 12 MB - Download Internacional)

publicado por hogwart às 21:08
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REVIEW: SUIKODEN III

suikoden_3.jpg


REVIEW: SUIKODEN III (PS2)


A série Suikoden sempre teve uma história comercial atribulada. O seu primeiro episódio foi, a par com Vandal Hearts, também da Konami, um dos primeiros RPGs existentes para a Playstation no Ocidente, e, como tal, é hoje uma raridade, que atinge elevados preços na Ebay, tal como o seu sucessor, Suikoden II, cuja produção foi rapidamente descontinuada após o lançamento.

Nesta geração, por razões que nunca ficaram muito bem definidas, o 3º episódio nunca viu a luz do dia na Europa, sendo a importação a única opção de se jogar a este RPG deste lado do atlântico. E é uma pena que assim seja, pois estamos perante um exemplo de um excelente RPG feito “by the book”.

Um mundo gigantesco

Ao invés de, como é costume nas séries de RPGs, os jogos se passarem em mundos diferentes, ou em épocas muito distantes, Suikoden opta por uma aproximação mais realista: os jogos são espaçados por curtos períodos de tempo (neste caso em concreto, passou-se pouco mais de uma década desde os acontecimentos de Suikoden II), mas a acção está restrita a uma (gigantesca) área geográfica.

Ou seja, se o primeiro Suikoden se desenrolou no Scarlet Moon Empire e territórios circundantes, e o Suikoden II se desenrolou directamente a Norte, em redor do gigantesco lago que era ladeado pelas várias cidades da Confederação de Jonstown, este Suikoden III desenrola-se entre a Federação de Zexen, as Grasslands, e o Reino Sagrado de Harmonia, situados a norte e oeste da supracitada Confederação.

Para quem jogou os jogos anteriores, isto contribui para uma sensação de realismo e localização única num videojogo, pois temos mesmo a noção das coisas que se passaram e passam nos territórios vizinhos. Mas, ainda melhor, fãs dos jogos anteriores podem contar com a aparição de velhos conhecidos, nesta altura já veteranos endurecidos, ou até mesmo descendentes de algumas personagens carismáticas dos anteriores. Por exemplo, um dos três protagonistas é o filho de uma das vilãs de Suikoden II.

As três facções

Como foi referido acima, o jogo passa-se numa área geográfica compreendida entre 3 potências: a nação mercantil de Zexen, as selvagens Grasslands, e Harmonia, o reino sagrado. As tensões político-sociais são muitas, e ajudam o argumento a desenvolver de uma forma magistral.

Um dos pontos fortes do jogo é que não existe um, mas sim três protagonistas, cada um dos quais terá os seus próprios aliados, e cada um pertencente a uma das facções supracitadas. Assim sendo, este jogo é muito mais profundo do que a típica luta do bem contra o mal, dando-nos uma perfeita compreensão dos três pontos de vista, e assim quebrando a linearidade do argumento.


Como é típico na série, a dada altura poderemos ter acesso ao nosso próprio Castelo, e formar um exército composto por até 108 personagens, as ditas “108 Estrelas do Destino”. O mais impressionante é que não se tratam, na sua maioria, de personagens genéricas, sendo cheias de personalidade, e no caso de muitas, com mini-quests e diálogos muito próprios, especialmente no que toca aos vários sub-jogos e eventos que se podem realizar no castelo.

O combate

É claro que o que foi dito acima chega para os alicerces de um bom RPG, mas um bom sistema de combate também é um elemento fundamental. Aqui, Suikoden III apresenta-nos três variedades muito próprias, com graus variados de sucesso.

As batalhas típicas dão-se por um sistema de turnos, em que damos ordens aos nossos personagens antes de iniciar o turno, e ao longo do turno eles cumprem-nas por ordem de velocidade. De notar que o cenário e as personagens são apresentadas em 3D, e é necessário uma personagem percorrer a distância até ao inimigo para o atacar, o que influência a velocidade e sucesso de um ataque. De forma semelhante, o tempo de espera para realização de uma magia de nível mais elevado pode estender-se por mais de um turno. Numa agradável fuga à rotina, aqui os combates dão-se por pares, ou seja, uma equipa pode ser constituída por um máximo de 6 elementos, 3 pares, e não damos ordens a elementos individuais, mas sim ao par, pelo que, se indicarmos a uma personagem para atacar, o seu par também atacará, mas se lhe dissermos para fazer uma magia, o seu par fará o melhor possível para a defender e evitar que a magia seja interrompida.
Este sistema é interessante e de crescente complexidade estratégica, mas de início pode ser monótono, em virtude da lentidão das primeiras batalhas.

Depois temos a vertente estratégica, que representa batalhas entre exércitos. Aqui, temos várias equipas à disposição, num tabuleiro estratégico na senda de “Risco”, e é crucial que as posicionemos da melhor forma possível, pois embora quando duas unidades se encontrem, passemos a uma perspectiva de batalha típica, não temos controlo directo sobre elas, podendo apenas ordenar ás unidades para Atacar, Defender, ou Fugir. A parte estratégica é muito interessante, mas o pouco controlo sobre as unidades em batalha, associado a uma fraca Ia, torna alguns confrontos desnecessariamente frustrantes, e é portanto um dos pontos mais fracos do jogo.

Algumas batalhas são os chamados “Duelos”, combates de um para um em que temos 3 comandos à disposição, Atacar, Defender e Deathblow, ou seja, uma versão bélica do tradicional “pedra, papel, tesoura”, em que temos de inferir o movimento do adversário pelas suas falas. Este tipo de combates é o mais raro dos três, o que é uma pena pois acaba por ser bastante divertido.

Uma apresentação impecável

Não rivalizando em termos de detalhes com produções actuais, Suikoden III opta por um estilo gráfico mais minimalista, mais “anime”, com muito bons resultados.

Os cenários não são tão detalhados como, por exemplo, os de FFX, mas são extremamente cuidados, com um mínimo de flicker, e muito bem realizados e construídos, sendo muito agradáveis ao olhar e proporcionando um excelente ambiente, com cidades cheias de pessoas e com uma sonoridade a condizer.

As personagens seguem o mesmo esquema: um agradável intermédio entre simples modelos 3D e uma pitada “cell-shading”, as suas feições são extremamente simples mas agradáveis, e as suas roupas e equipamento estão muito bem representados.

Já nas batalhas não se pode dizer o mesmo, infelizmente. As personagens são de igual qualidade, mas os seus poderes e magias, salvo excepções de magias de alto nível (estas verdadeiramente espantosas), são bastante banais e desinspiradas.

Por ultimo, uma referência especial para a banda sonora, muito variada e agradável, que já teve mesmo direito ao lançamento em CD tanto em formato original como de vários remixes Célticos, disponíveis em terras Nipónicas.

Comentários Finais:

A maior falha de Suikoden enquanto RPG é um fraco sistema de desenvolvimento de personagens, que se resume a usar experiência ganha em batalhas para “comprar” habilidades em áreas de treino especializadas. O facto de cada personagem poder ter ou não jeito para dada habilidade deveria encorajar variedade, mas acaba por retirar a dita liberdade que este sistema daria. Ainda assim, com 108 personagens e a variedade de ataques especiais possíveis combinando-as, este parece ser um mal menor.

Resta-nos um RPG muito bom, que, aparte uma ou duas ideias inovadoras, segue à risca e com sucesso a fórmula típica do género. O jogo cativa-nos desde o princípio com a sua linda introdução em anime, e agarra-nos do princípio ao fim com o seu esplêndido argumento contado pelos olhos de três pessoas muito diferentes, mas igualmente excepcionais e mais algumas personagens “secretas”...

Se gostam de RPGs, mesmo que não tenham jogado os episódios anteriores, esta é uma importação a ter em muita consideração. Se jogaram os anteriores, então é mais que garantido que este jogo é essencial na vossa colecção... e se tiverem os saves dos jogos antigos à mão, podem importá-los para ter algumas surpresas.


Review by Ashura 

publicado por hogwart às 08:49
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DOWNLOADS DO DIA 26/03/04

Demos:


Splinter Cell: Pandora Tomorrow (Multiplayer) (PS2/Xbox/GC/PC/GBA - Ubisoft - 59,6 MB - Download Nacional)


Vídeos:


Rise of Nations: Thrones and Patriots (PC - Microsoft - 24,6 MB - Download Nacional)


Resident Evil Outbreak (PS2 - Capcom - 3,5 MB - Download Nacional)


Tom Clancy's Rainbow Six 3 (PS2/Xbox/GC/PC - Ubisoft - 1,6 MB - Download Nacional)


Fable (Xbox - Microsoft - 57,8 MB - Download Nacional)


Splinter Cell: Pandora Tomorrow (PS2/Xbox/GC/PC/GBA - Ubisoft - 12,6 MB - Download Nacional)


Jade Empire (Xbox - Microsoft - 29,3 MB - Download Nacional)


Rallisport Challenge 2 (Xbox - Microsoft - 7,9 MB - Download Nacional)

publicado por hogwart às 08:32
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Quinta-feira, 25 de Março de 2004

ACE COMBAT 5: THE UNSUNG WAR

ace5.jpg


Como já vos tínhamos dito na semana passada a revista Japonesa Famitsu ia revelar no número desta semana os primeiros pormenores de Ace Combat 5: The Unsung War que sairá em exclusivo para PlayStation 2 no fim do ano no Japão e nos EUA.


No que toca a pormenores ficamos a saber que a história de AC5 terá ligação com os acontecimentos de Combat 04: Shattered Skies, desenrolando-se dois anos após os mesmos. Encarnado num jovem piloto militar, a nossa missão será defender a nossa terra Osea dos ataques das forças de Yuktobania. As batalhas decorrerão com formações de quatro aeronaves e existem cerca de 50 aviões diferentes e licenciados para podermos escolher, o A-6E, o EA-18G e o F-14D são só alguns exemplos. Boas notícias também no que toca ao tamanho do jogo, que será o dobro do anterior capítulo da série. O sistema de rádio será todo renovado e terá um papel mais importante na jogabilidade. Só ainda não há certezas em relação ao modo online havendo informações contraditórias que só mais à frente será possível confirmar.


A Namco como é muito nossa amiga revelou também as primeiras imagens do jogo que poderão ver a seguir. Mais pormenores de Ace Combat 5: The Unsung War para muito breve.


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publicado por hogwart às 18:43
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REVIEW: BEYOND GOOD & EVIL

beyondgoodeevil.jpg

REVIEW: BEYOND GOOD & EVIL (PS2/XBOX/GC/PC)


Anos atrás, um programador francês de nome Michel Ancel presenteou-nos com um jogo de plataformas que se viria a tornar algo de um “hit” underground, e mais tarde viria a alcançar fama moderada junto do grande público: Rayman.
Este jogo de plataformas seguia muitos dos dogmas do género, mas inovava em bastantes aspectos, e, sobretudo, do princípio ao fim, era uma obra de apresentação e qualidade técnica intocável.

Assim se construiu, equilibrando cuidadosamente a inovação com o tradicionalismo, uma série de culto, e um testamento de que a genialidade nem sempre provem das grandes produtoras nipónicas. Agora, bastante tempo depois, a mesma formula foi utilizada para criar uma nova “lenda”...

Uma guerra inevitável?

Sem querer dar muito do argumento do jogo, digo que este se passa num planeta que se encontra em guerra com uma raça alienígena, e como tal se encontra quase sob lei marcial, mantida por uma misteriosa facção do exercito, as Alpha Sections.
Nós fazemos o papel de Jade, uma repórter fotógrafa que, entre outras coisas, tenta descobrir mais sobre a guerra... e acaba por descobrir que nem tudo é o que parece. Muitas surpresas e emoção aguardam Jade e os seus hilariantes e habilidosos companheiros, ao longo de uma excelente trama, que peca apenas por ser demasiado curta.

Um mundo e não um jogo

Muitos jogos tentam conjugar vários tipos de jogabilidade, mas de todos os que joguei, nenhum o conseguiu tão eficientemente como este. O cerne do jogo é uma aventura na terceira pessoa em que com tanta facilidade estamos a combater, interagir com outros personagens ou tirar fotos na 1ª pessoa. Tudo se faz com uma incrível fluidez e uma excelente interface, e a minha única critica neste ponto é a interface de utilização de itens, que se pode revelar um pouco inconveniente em combates de maior tensão, em que tentamos seleccionar um power-up menor e acabamos por utilizar um que recupera a totalidade da nossa energia.

A jogabilidade nestas secções tanto passa por resolver puzzles como por combates, e em ambas as situações podemos utilizar um botão contextual para dar uma ordem simples ao nosso companheiro.

O combate é incrivelmente intuitivo e muito belo de se ver, com um simples botão de ataque, um botão de esquivo, e o manípulo analógico para, conjugado com estes, providenciar golpes e esquivos em qualquer direcção. Embora simples, o combate é divertido e dificilmente repetitivo, visto que mais do que lutar, neste jogo andaremos em modo “stealth”, a tentar passar despercebidos e arranjar fotos importantes para as nossas reportagens. Esta é outra das falhas menores do jogo: as partes furtivas, embora muito bem conseguidas, por vezes deixam a sensação de que ocupam uma percentagem excessiva do tempo de jogo.

A condução de veículos representa uma porção menor do jogo, mas importante, e a transição das secções de aventura para condução não se notam de todo, tal é a facilidade e intuitividade de controlo. Mais uma vez, aqui também é possível passar para uma perspectiva de 1ª pessoa e fotografar aquilo que for necessário, ou que simplesmente nos apeteça.

Um “comic” em movimento

Tecnicamente, este não será o jogo mais belo ou com melhor som que passou pelas nossas consolas, mas não deixa de estar muito acima da média.
O mundo de jogo é muito colorido e vibrante, exibe orgulhosamente um estilo tão “comic book”, tão francês, que dá gosto.

As personagens são todas soberbamente caracterizadas, tanto estética como foneticamente, existindo as mais variadas e dispares raças, todas com um “look” muito “cartoon”, e os cenários não lhes ficam atrás, verdadeiras obras de arte tanto a nível estrutural como visual. O mundo é extremamente dinâmico e é um verdadeiro gosto para os olhos estar a navegar pelas ondas do oceano enquanto assistimos a um belo pôr-do-sol.

Nos combates somos brindados com belos movimentos muito fluidos e óptimos efeitos especiais. Especial destaque para a banda sonora, uma verdadeira obra-prima da música nos videojogos, com várias melodias que não nos sairão facilmente da cabeça. Concluindo, na vertente técnica, este jogo é uma obra muitíssimo polida e sem falhas a apontar.

Comentários finais:

Beyond Good & Evil é um jogo criminosamente ignorado. Está aqui a perfeita mistura de tradicionalismo, originalidade e variedade que os jogadores tanto pedem, e sendo assim, é um triste testamento à hipocrisia o facto do jogo ter estado a ser um sucesso “undreground”, muito como o primeiro capítulo da anterior obra de Ancel, Rayman. Pessoalmente, espero que, como este, consiga inserir-se no mercado pouco a pouco, pois é disto que o mundo dos videojogos precisa. É triste pensar que, se este fosse um jogo com o nome “Miyamoto” ou “Nintendo” por baixo, seria imediatamente aclamado como um sucesso mundial, mas que assim como está... luta pela sobrevivência.

Não que o jogo não tenha as suas falhas: é manifestamente curto, e não há muito em termos de desafio para um jogador mais experiente. Por vezes um puzzle ou outro pode obrigar-nos a uma volta mais prolongada pelo nível até que percebamos como o resolver, mas não passa daí. E os mini-jogos e “side-quests”, embora interessantes e divertidos, são igualmente fáceis.

Mas, no final, este é um jogo que nos diverte como poucos, com a sua inteligência, variedade, e resmas de personalidade. Depois de um fim-de-semana agarrado a ele, a explorar todos os seus cantos e recantos, não tenho duvidas: o futuro dos videojogos passa por aqui.


Review by Ashura

publicado por hogwart às 08:47
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DOWNLOADS DO DIA 25/03/04

Vídeos:


Fight Night 2004 (PS2/Xbox - EA Sports - 12,1 MB - Download Nacional)


Fight Night 2004 (PS2/Xbox - EA Sports - 6,7 MB - Download Nacional)


Final Fantasy X-2 (PS2 - SquareEnix - 14,4 MB - Download Nacional)

publicado por hogwart às 08:30
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Quarta-feira, 24 de Março de 2004

REVIEW: PRINCE OF PERSIA

Abrimos hoje a secção de Reviews do gamersparadise. A secção de Reviews como o próprio nome indica será onde serão feitas as análises aos títulos mais importantes. A política desta secção não será nunca a quantidade mas sim a qualidade como aliás poderão comprovar por este primeiro exemplo. Abrimos esta nova secção com um dos melhores jogos de 2003, Prince Of Persia.



princeofpersia.jpg

 


REVIEW: PRINCE OF PERSIA (PS2/XBOX/GC/PC)


 


Recentemente tornou-se obvia uma certa onde de revivalismo no mundo dos videojogos, provavelmente derivada do amadurecimento do mesmo, verificado nos últimos anos.
Não é, portanto, de estranhar que as editoras vão buscar antigos clássicos, seja sob a forma de remakes, ou simplesmente um “pedir emprestada” a mecânica de jogo ou conceito.

Este Prince of Persia não se enquadra rigidamente em nenhum dos grupos acima mencionados, mas conjuga perfeitamente os dois, sendo uma obra que consegue provocar em quem a joga a mesma sensação de maravilha que o original provocou há tantos anos atrás.

As 1001 Noites

O jogo começa com uma introdução algo confusa, mas que nos deixa imediatamente no centro da acção, no meio de uma invasão do exército do pai do protagonista ao castelo de um Sultão seu inimigo. Aqui fica imediatamente patente o estilo cinematográfico do jogo, com cenários cheios de acção, com saraivadas de flechas a embater em paredes, e projecteis catapultados a fustigar as paredes do castelo, criando um ambiente muito imersivo. Também aqui se revela outro aspecto que é constante ao longo do jogo: a narração dos acontecimentos pelo príncipe. Para complementar esta riqueza de apresentação, temos, além da câmara base na 3ª pessoa (por sinal, muito competente), uma perspectiva na 1ª pessoa, em que não nos podemos movimentar mas que é muito útil para examinar o cenário, e uma espectacular perspectiva cinematográfica, que nos dá um olhar abrangente sobre o cenário em geral.
Este jogo é, sem dúvida, um festim para os olhos, e o argumento e respectiva narração não fica atrás do aspecto visual.
O som completa perfeitamente a acção, alternando ritmos mexidos a puxar para o rock com música ambiente tipicamente indiana. Os efeitos sonoros são muito competentes, e o voice-acting, soberbo.

Os belos movimentos

Um dos pontos mais fortes do original PoP era a excelente animação do protagonista, sendo este capaz de realizar, de forma fluida, um sem-fim de movimentos.
Este aspecto foi plenamente transferido para esta nova encarnação, sendo que o protagonista tem à sua disposição um leque de movimentos dignos de um ginasta de alta competição, realizados com beleza e fluidez de fazer corar os melhores filmes de artes marciais. De facto, as lutas contra múltiplos inimigos são das mais belas alguma vez vistas, com ataques, contra-ataques, mortais, esquivos, bloqueios e muito mais, atingindo ocasiões em que estamos verdadeiramente a usar a nossa perícia com o comando para realizar uma verdadeira dança fatal.

Mas ainda mais espantosas são as verdadeiras proezas atléticas que o protagonista consegue fazer para negociar os vastos ambientes de jogo. O jogo passa-se quase na sua totalidade num magnífico palácio, pejado de armadilhas, corredores e abismos, que para dificultar ainda mais a nossa tarefa encontra-se estruturalmente instável. Grande parte do jogo centra-se na nossa rapidez de raciocínio e coordenação de movimentos, na nossa capacidade de utilizar correctamente os espectaculares dotes acrobáticos do príncipe para avançarmos através de todos estes perigos, acabando por se tornar uma perfeita fusão de plataformas e puzzles. A adrenalina atinge níveis altíssimos enquanto corremos por uma parede armadilhada com lâminas rotativas, sabendo que no abismo em baixo encontram-se apenas espinhos aguçados, e assim que chegarmos ao lado oposto temos que rebolar no chão imediatamente de modo a passarmos por baixo da porta que se fecha lentamente, mas seguramente. E a sensação de vitória ao passarmos por cada um dos muitos desafios do género é igualmente avassaladora.

Nada disto seria possível sem um bom sistema de controlo, e mais uma vez, o jogo não falha. A utilização dos vários botões é intuitiva, e rapidamente o jogador dominará a maioria dos movimentos do protagonista. Existem, é claro, excepções, em particular um movimento que consiste em salta de parede em parede e que exige um timing um pouco irregular, mas é algo pouco relevante no vasto leque de movimentos que se conseguem realizar sem qualquer problema.

As Areias do Tempo

Adicionando ainda um novo, mas crucial, elemento à jogabilidade, cedo no jogo temos acesso a uma adaga mágica. Sem querer retirar as surpresas ao jogador, digo apenas que esta é um elemento fundamental para progredir no jogo, indo ganhando várias habilidades que envolvem a manipulação do tempo, sendo a primeira a útil capacidade de voltar atrás no tempo com o pressionar de um botão, o que é uma habilidade preciosa para evitar muitas mortes em secções como aquela acima descrita... é claro que este poder não é inesgotável, pelo que jogo nunca se torna fácil demais. Na verdade, a curva de dificuldade é muito equilibrada, permitindo um excelente desafio sem frustração.

Comentários finais:

Nenhum jogo é perfeito, e o Prince of Persia não é excepção. A câmara, como foi dito anteriormente, é competente, mas por vezes, seja durante as batalhas ou antes de um salto crucial numa zona apertada, não se consegue posicionar convenientemente, e pode expor-nos a um ataque de um inimigo que não vemos, apesar de estar à nossa frente, ou obrigar-nos a saltar sem uma boa percepção de distância. Além disso, um jogador dedicado poderá acabá-lo mais ou menos em 10 horas, não obstante a indiscutível qualidade das mesmas, ou a vontade de voltar ao princípio para uma segunda dose.

Mas fora estas falhas, há muito pouco no Prince of Persia que não seja digno de elogio. Desde a história competentemente contada, ao soberbo voice-acting, à maravilhosa animação do protagonista e das suas dezenas de movimentos, passando é claro pelos sumptuosos cenários (o pôr-do-sol nas torres do palácio é algo que tem que ser visto para se acreditar), este é um jogo em que cada momento é único, um jogo que, tal como o seu antecessor conseguiu há tantos anos atrás, consegue maravilhar-nos com a sua genialidade estrutural, e emocionar-nos com os desafios que nos faz enfrentar... ou simplesmente deixar-nos de boca aberta perante a sua indiscutível beleza.


 


Review by Ashura

publicado por hogwart às 08:50
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DOWNLOADS DO DIA 24/03/04

Vídeos:


Soldiers (PC - Codemasters - 12,5 MB - Download Nacional)


Killzone (PS2 - Guerrilla - 29,7 MB - Download Nacional)


Sudeki (Xbox - Microsoft - 3,9 MB - Download Nacional)

publicado por hogwart às 08:30
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Terça-feira, 23 de Março de 2004

TOP 20 INGLÊS (14/03 - 20/03)

   


Esta semana não se registaram grandes oscilações no top Britânico de vendas de software. Para além da entrada directa para o terceiro lugar de Battlefield Vietnam e de Unreal Tournament 2004 para o sexto lugar, destaco também a forte e rápida descida de Final Fantasy X-2 e a boa subida de Tom Clancy's Ghost Recon: Jungle Storm. 


 


     1     1   James Bond 007: Everything Or Nothing 4 


     2     2   LMA Manager 2004 2 


     3    N   Battlefield Vietnam 1 


     4     3   Sonic Heroes 7 


     5     6   Norton Internet Security 2004 24 


     6    N   Unreal Tournament 2004 1 


     7    14   Tom Clancy's Ghost Recon: Jungle Storm 2 


     8    8   Cricket 2004 2 


     9    4   Deus Ex: Invisible War 3 


     10    7   SOCOM 2: US Navy SEALs 3 


     11    5   Final Fantasy: Crystal Chronicles 2 


     12    11   Finding Nemo 25 


     13    10   Need For Speed: Underground 18 


     14    13   The Simpsons: Hit and Run 21 


     15    12   FIFA 2004 22 


     16    9   Final Fantasy X-2 5 


     17    15   Grand Theft Auto: Vice City 60 


     18    16   Lord of The Rings: Return of The King 19 


     19    19   Crash Bandicoot - Wrath of Cortex 96 


     20    18   The Sims: Bustin' Out 14 


 


Legenda: Posição / Posição semana anterior / Título / Número de semanas no Top 40

publicado por hogwart às 09:50
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RUMORES GAMECUBE

gamecube.jpg


Correm alguns rumores pela net que garantem que a Nintendo se prepara para anunciar duas continuações de dois jogos de muito sucesso durante a E3 deste ano.


Os jogos em causa serão Metroid Prime 2 e Legend of Zelda: The Wind Waker 2.


Uma fonte segura, do interior da Nintendo, garante que estes jogos serão mostrados na pré-conferência da empresa, que costuma realizar-se um ou dois dias antes da feira.


A Nintendo não quis comentar estes rumores, mas também outra coisa não seria de esperar…


Temos então que esperar pela E3 2004 que se realizará em Los Angeles, California do dia 12 ao dia 14 de Maio.

publicado por hogwart às 08:20
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DOWNLOADS DO DIA 23/03/04

Vídeos:


Silent Hill 4: The Room (PS2/Xbox/PC - Konami - 2,7 MB - Download Nacional)


Tom Clancy's Rainbow Six 3 (PS2/Xbox/GC - Ubisoft - 11,5 MB - Download Nacional)


Metal Gear Solid: The Twin Snakes (GC - Konami - 9,7 MB - Download Nacional)


Tak and the Power of Juju (PS2/GC/GBA - THQ - 6,3 MB - Download Nacional)


Red Dead Revolver (PS2/Xbox - Rockstar Games - 5,9 MB - Download Nacional)

publicado por hogwart às 08:05
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Segunda-feira, 22 de Março de 2004

IMAGENS XENOSAGA II

xenosagaep200.gif


A Namco anda uma mãos largas e decidiu oferecer aos Xenofãs mais umas quantas imagens de Xenosaga II – Jenseits von Gut und Bose. Fiquem com as imagens.


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publicado por hogwart às 21:11
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NOVIDADES ELECTRONIC ARTS

ea_logo.gif


A Electronic Arts anunciou um acordo exclusivo com a Castaway Entertainment.


Este novo estúdio foi formado por oito dos criadores da saga Diablo (Diablo, Diablo II e a expansão deste último) e está a trabalhar num novo Action-RPG.


“A nossa colaboração com a EA (a editora de jogos PC número um do mundo) assegura-nos que este jogo terá os recursos chave e o suporte necessário para converter-se num título criativo, viciante e que será a referência no seu género”, disse Michael Scandizzo, presidente da Castaway Entertainment.


“Estamos especialmente satisfeitos com esta colaboração porque, como a EA, a equipa da Castaway dedica-se a conceber o melhor entretenimento possível”, disse John Riccitiello, presidente e COO da EA. “Têm a paixão, o coração e a experiência que é necessária para criar um título de Action-RPG que realmente sirva de referência dentro da categoria. Estamos certos que este novo título renovará o género oferecendo uma experiência de jogo refrescante e a fantasia épica necessária num bom RPG”.


Mas as novidades não se ficam por aqui e a Electronic Arts aproveitou para revelar ainda mais um acordo bombástico.


Desta vez trata-se de um acordo de publicação a nível mundial com a Gas Powered Games, liderada pelo desenhador Chris Taylor, que está a trabalhar num jogo de estratégia em tempo real para PC com lançamento previsto para 2006. O último jogo da Gas Powered Games foi Dungeon Siege.


“Trabalhar com o editor de videojogos de maior êxito do mundo é uma fantástica oportunidade para nós”, disse Chris Taylor, presidente da Gas Powered Games. “Trabalhamos duro para encontrar um editor que compartilha-se a nossa visão sobre este título e realmente não é nenhuma surpresa que nos tivéssemos aliado à EA. Era a decisão mais inteligente e de resto unânime para nós e não poderíamos estar mais satisfeitos com ela”.


“Na EA Partners procuramos estúdios enérgicos e criativos que procuram levar os seus projectos a um nível acima da média”, disse John Riccitiello, presidente e COO da EA.


“Os rapazes da Gas Powered Games são um grupo com um talento extraordinário e com habilidade demonstrada em oferecer títulos de alta qualidade. Estamos seguros que esta aliança resultará num jogo campeão de vendas que agradará aos gamers de todo o mundo.

publicado por hogwart às 20:49
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